As Notícias do Brasil
Publicado em 11/04/2018, às 11:41
Fonte: EAB - Ricardo Aparecido Miguel

Viva a Bandeira

A EAB, em busca da valorização de nosso símbolo pátrio: a bandeira nacional, instalou 255 bandeiras nacionais nas principais pontes das Marginais Pinheiros e Tietê. Infelizmente, para alguns, este ato significa banalização. Em contrapartida, são muitos aqueles que acreditam na importância e representatividade de nossa ação, dentre eles, o presidente da Abesata - Ricardo Aparecido Miguel, que redigiu esta nota em resposta a matéria divulgada na última sexta-feira (06/04) na Veja SP:

'Utilizar a Bandeira Nacional sobre pontes ou viadutos da capital paulista nas vias marginais Pinheiros e Tietê não significa banalização.

Ao contrário, demonstra um sentimento nacionalista expressando civismo, amor à pátria e a seus símbolos. Não pode ser confundido com ignorância à Lei Cidade Limpa. Esse raciocínio retrógrado da articulista da Veja São Paulo (edição de 11 abr.2018) é que surpreende por estar divorciado dos mais comezinhos sentimentos de brasilidade.

A instalação do pavilhão nacional, tremulando vivamente por pontos da centenária Capital do Estado, não contraria regra de proteção à paisagem urbana, patrimônio histórico ou implica alteração em bens tombados. Mas realça o elo que mantemos edificado desde o princípio de nossa independência política.

O título da matéria (Banalizaram a Bandeira) é que surpreende por sua impertinência cívica e manifesto desconhecimento sobre a atuação da entidade EAB – Eu Amo o Brasil – dedicada a cultivar os sentimentos positivos sobre os símbolos da pátria. E a inadvertida descrição, propala o interesse discursista dos sofistas. Pois, desconsiderando tratar-se de iniciativa comum, o professor da FAU, aduz que a população não estava envolvida nesse formato de ocupação do espaço urbano. Doutor, sua premissa é falsa, como sub-reptícia é sua malévola colocação.

Nem o CONPRESP, nem a CPPU, estão autorizados pela nação brasileira a trafegar no terreno do sentimento nacional que emana dos símbolos augustos da Pátria. O verde e amarelo não lhes pertence, é de todos nós, é o elo lúdico da sociedade brasileira com suas raízes históricas. Esqueçam seus melindres, supostamente cromáticos. Homenageiem a Pátria como um todo, nas suas cores, na sua alma: Ela é de todo nós.'

 

                                                                                                         

Ricardo Aparecido Miguel - Presidente da Abesata